Esta questão do mim mesmo, o que eu sou, isso que pensa, sente e atua, é algo que devemos auto explorar para conhecer profundamente.
Existem, onde quer que seja,lindíssimas teorias que atraem e fascinam. Contudo, de nada serviria tudo isso se não nos conhecêssemos a nós mesmos.
Cada qual é muito livre para pensar o que queira e a razão subjetiva do "animal intelectual", equivocadamente chamado homem, dá para tudo. O mesmo pode fazer de uma pulga um cavalo, de um cavalo uma pulga. São muitos os intelectuais que vivem jogando com o racionalismo; e, depois de tudo, o que?
Ser erudito não significa ser sábio. Os ignorantes ilustrados abundam como erva daninha e não somente não sabem, senão, ademais nem sequer sabem que não sabem.
Necessitamos conhecer-nos a nos mesmos, por via direta, sem o processo deprimente da opção.
VEr-nos diretamente tal qual somos é o interessante; só assim poderemos chegar ao conhecimento verdadeiro de nós mesmos.
Nós formamos falsos conceitos sobre nós mesmos e devemos fazer um inventário para saber o que nos sobra e o que nos falta.
Reflexionando todas estas coisas podemos inferir claramente que o único digno que nós possuímos em nosso interior é a ESSÊNCIA.
(Samael Aun Weor)
Para variar um poema:
Lamento
A luz difusa
forma imgens
que ganham vida
que aumentam
Coração lento
continua batendo
Martírio e dor
Rouba o amor
Pisoteia a esperança
Deixa o sonho
Prefere a lembrança
O perdão divino
O lamento abstrato
Transferência de poder
Lamenta perder
Só não sabe viver...
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